segunda-feira, 31 de agosto de 2009

HÁ SEMPRE UMA ESPERANÇA

Luiz Gonzaga da Silva


Quando tudo parece perdido resta sempre uma esperança e é justamente nesse lampejo, nessa réstia que se concentra a fé de que vamos sair da situação aflitiva.

Diz um ditado: Enquanto houver vida, há esperança. Poderíamos acrescentar: Enquanto houver fé há vislumbre de saída de qualquer situação.

A vida nos dá muitos testemunhos de pessoas que estavam a beira do abismo e conseguiram se firmar e hoje valorizam cada minuto da existência.

O que não podemos é fraquejar nos momentos angustiosos da nossa vida. A nossa luta é mais individual do que coletiva.

É assim nas doenças, nos problemas que cada um está exposto. O livre arbítrio nos faculta certa liberdade de ação que envolve também muitos riscos.

Sabemos que os becos de fácil acesso e de difícil saída não se apresentam só em forma de uma doença.

Às vezes os negócios nos deixam em uma situação de “sinuca de bico”, quando procuramos tabelas livres para usá-las na tentativa de uma saída e não as encontramos.

O que não se deve é perder a confiança em nós mesmos, pois se tal acontecer dificilmente encontraremos uma saída.

O melhor mesmo é parar um pouco, estudar melhor o problema, verificar os pontos falhos e se preciso for consultar pessoas de confiança para dar a volta por cima.

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